Não espere passar por uma demissão para entender que você tinha que cuidar da sua empregabilidade. Jamais acredite que, por melhor que você seja, seu lugar será "eterno" na empresa.
Vou citar o exemplo do que aconteceu com Roberto no dia de sua demissão. Foi naquele dia em que, sem nenhuma justificativa, ele se viu sendo descartado, e foi aí que percebeu, por mais competente que um profissional seja, na hora que a empresa não precisa mais dele, ela o demitirá.
Roberto demorou alguns meses para entender que aquele acontecimento não era pessoal, sobre a sua performance ou sobre a sua capacidade. Era simplesmente a execução de um contrato de trabalho.
Existe uma cláusula no contrato de trabalho em que você pode ser demitido sem justa causa. Assim como pode pedir demissão também.
Não estamos presos. A empresa não é sua família. Seu chefe não é seu amigo ( não exite raras exceções).
A verdade é que as únicas pessoas que vão notar que você trabalhou até tarde são os seus filhos.
Quando chega a demissão sem justa causa, não fique esperando a justificativa, pois ela não vem e, se vier, na maioria das vezes, é uma frase clichê: "reestruturação do quadro de colaboradores" ou "redução de custo".
Esqueça isso, não fique procurando respostas. Preocupe-se com outras coisas. Preocupe-se com seu networking, com a sua marca pessoal, com o seu sobrenome. Foque no seu LinkedIn, para que ele lembrado e seja desejado pelo mercado, tanto para um emprego quanto pelos seus clientes.
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Não importa se você está empregado ou não, conheça suas potencialidades e busque se especializar nelas. Trabalhe suas vulnerabilidades. Estude, faça cursos, seja o melhor naquilo que você faz e cuide da sua rede de relacionamentos como um tesouro, pois ela será muito importante na busca por novos trabalhos e negócios.
PAULO STRAMARO
MBA Gestão de Pessoas, Gestor Empresarial, Bacharel em Marketing
Linkedin.com/in/PauloStramaro

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