terça-feira, 23 de abril de 2019

Indústria 4.0 e seu impacto no mundo




Se você gosta de se manter atualizado em relação às novas tendências tecnológicas, certamente já deve ter se deparado com um termo que está se tornando cada vez mais popular. Estou me referindo à Indústria 4.0.

Mas o que é indústria 4.0, afinal?

Podemos entender a indústria 4.0 como um novo paradigma de produção desenvolvido nas empresas, resultado da quarta revolução industrial, a qual trouxe como marca um significativo avanço na relação entre homem e máquina.

A indústria 4.0 é, hoje, o que impulsiona uma série de avanços no processo produtivo, trazendo um aspecto mais elaborado em relação ao uso da tecnologia, elevando o ideal de automatização para um patamar bem acima do que a indústria está habituada.

Em razão da sua íntima relação com atributos como conectividade, inteligência artificial, data science, big data, IoT, machine learning e tantos outros, a indústria 4.0 efetiva um fenômeno bastante amplo dentro das organizações, transformando a maneira como máquinas se comunicam e utilizam as informações para otimizar o processo de produção, tornando-o mais econômico, ágil e autônomo.

Seu fundamento básico implica que conectando máquinas, sistemas e ativos, as empresas poderão criar redes inteligentes ao longo de toda a cadeia de valor que podem controlar os módulos da produção de forma autônoma. Ou seja, as fábricas inteligentes terão a capacidade e autonomia para agendar manutenções, prever falhas nos processos e se adaptar aos requisitos e mudanças não planejadas na produção.

As características e desafios das empresas

A dimensão da indústria 4.0 é bem grande. Hoje, esse termo já está associado a uma série de outras tecnologias, fomentando um ambiente pautado em uma inovação constantemente maior dentro da indústria.

Vale destacar que apesar desse cenário, as empresas podem trazer os avanços da indústria 4.0 para os seus processos de maneira gradual e estratégica, a partir de um bom planejamento.

Além disso, deve-se mencionar também que à medida que o conceito se fortalece e a tecnologia se aprimora, a tendência é que tudo que se relaciona a ele fique mais acessível.

Pilares da indústria 4.0:

A industria 4.0 é uma realidade que se torna possível devido aos avanços tecnológicos da última década, aliados às tecnologias em desenvolvimento nos campos de tecnologia da informação e engenharia, onde as mais relevantes são:

• Internet das coisas (Internet of Things – IoT): Consiste na conexão em rede de objetos físicos, ambientes, veículos e máquinas por meio de dispositivos eletrônicos embarcados que permitem a coleta e troca de dados. Sistemas que funcionam a base da Internet das Coisas e são dotados de sensores e atuadores são denominados de sistemas Cyber-físicos, e são a base da industria 4.0.

• Big Data Analytics: São estruturas de dados muito extensas e complexas que utilizam novas abordagens para a captura, análise e gerenciamento de informações. Aplicada à industria 4.0, a tecnologia de Big Data consiste em 6Cs para lidar com informações relevantes: Conexão (à rede industrial, sensores e CLPs), Cloud (nuvem/dados por demanda), Cyber (modelo e memória), Conteúdo, Comunidade (compartilhamento das informações) e Customização (personalização e valores).

• Segurança: Um dos principais desafios para o sucesso da quarta revolução industrial está na segurança e robustez dos sistemas de informação. Problemas como falhas de transmissão na comunicação máquina-máquina, ou até mesmo eventuais “engasgos” do sistema podem causar transtornos na produção. Com toda essa conectividade, também serão necessários sistemas que protejam o know-how da companhia, contido nos arquivos de controle dos processos.

Impactos da Indústria 4.0:

Um dos maiores impactos causados pela indústria 4.0 será uma mudança que afetará o mercado como um todo. Consiste na criação de novos modelos de negócios. Em um mercado cada vez mais exigente, muitas empresas já procuram integrar ao produto necessidades e preferências específicas de cada cliente. A customização prévia do produto por parte dos consumidores tende a ser uma variável a mais no processo de manufatura, mas as fábricas inteligentes serão capazes de levar a personalização de cada cliente em consideração, se adaptando às preferências.

Os profissionais também precisarão se adaptar, pois com fábricas ainda mais automatizadas novas demandas surgirão enquanto algumas deixarão de existir. Os trabalhos manuais e repetitivos já vem sendo substituídos por mão de obra automatizada, e com indústria 4.0 isso tende a continuar. Por outro lado, as demandas em pesquisa e desenvolvimento oferecerão oportunidades para profissionais tecnicamente capacitados, com formação multidisciplinar para compreender e trabalhar com a variedade de tecnologia que compõe uma fábrica inteligente.

E quais as vantagens disso para as fábricas brasileiras?

A resposta é muito simples. Mesmo caminhando a passos curtos e lentos quando comparado a países considerados de primeiro mundo, o movimento de mudança por aqui já começa a dar sinais de consolidação. E sair na frente adotando estes processos de “fábrica inteligente” já representa uma vantagem competitiva muito grande. As empresas que optarem por levar a tecnologia para dentro de seus ambientes, poderão se beneficiar com ganhos em eficiência, receita e custos ao mesmo tempo.

Contar com as novas tecnologias significa mais segurança para realizar operações em tempo real, a migração para o mundo virtual, bem como descentralização das informações para uma melhor e mais ágil tomada de decisões.

Você é capaz, vá em frente, jamais desista



Quem te quer bem, um dia entenderá suas escolhas, mesmo que para os outros não faça sentido na hora, mas não desista de lutar pelo que mais se quer.

Mesmo passando por momentos dificies, mesmo desacreditado e ignorado por todos, não desista, pois a vitoria é nunca desistir.

Então lute, conquiste e consagre-se.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Gestão da Inovação


A inovação é algo indispensável para a competitividade e sustentabilidade dos negócios. Mas, não basta inovar para ter bons resultados, é preciso fazer a Gestão da Inovação.

Por que Gestão da Inovação?

Inovar é algo imperativo em praticamente qualquer contexto de mercado. Em todos os segmentos, mesmo aqueles mais commoditizados passam atualmente por uma saturação de suas ofertas. Sendo assim, inovar em produtos, processos, modelos de negócio ou mesmo mercadologicamente é a única via de geração de competitividade.

Inovar esporadicamente não é suficiente para garantir ganhos de mercado a longo prazo. É necessário que se estabeleça uma cultura e que se implemente mecanismos de inovação na organização.

A gestão da inovação transforma o potencial inovativo da sua empresa em realidade concreta e lucrativa.

O que é inovação?

Basicamente, inovar é criar algo inusitado a partir de uma coisa preexistente, que pode ser um processo, produto, serviço ou modelo de negócio, gerando valor a partir da criatividade, tornando essa coisa melhor, abrindo novos mercados e oportunidades de negócio onde a concorrência não podia sequer imaginar.

O processo de inovação pega algo que já tem viabilidade e demanda e o torna ainda mais viável e interessante para os seus consumidores, maximizando a lucratividade. É por isso que a inovação precisa ser pensada como um ativo empresarial.

O que é gestão da inovação?

A gestão da inovação é a estruturação de um processo concreto de inovação, com começo (entradas), meio (processamento) e fim (saídas e geração de resultados).

Os passos essenciais para fazer a gestão da inovação, em uma empresa, são muito práticos e extremamente fáceis de implementar. Veja quais são:

Destaque a inovação no organograma da sua empresa

A gestão da inovação precisa ser delegada a uma área específica dentro do organograma empresarial, idealmente em nível gerencial. Inovação não combina com falta de autonomia.

O gestor de inovação tem que ser um líder nato, afinal de contas, ele é um dos stakeholders mais importantes para garantir a disrupção e o fit de mercado das inovações da sua organização.

Forme a cultura de inovação

A inovação só prospera onde há abertura para novas ideias, apetite de risco adequado — o quanto a sua empresa está disposta a investir para obter o retorno estimado, mas ainda incerto — e pessoas empreendedoras.

Para isso, é preciso desenvolver a cultura de inovação nas pessoas e isto requer disponibilizar cursos, palestras e treinamentos sobre o assunto e, acima de tudo, que a alta direção da organização demonstre que incentiva e valoriza o espírito inovativo.

Vale ressaltar, a formação da cultura de inovação requer um investimento de médio a longo prazo, o que não se faz da noite para o dia.

Inclua a inovação na estratégia empresarial

O direcionamento estratégico da empresa precisa abranger ações de inovação alinhadas com os objetivos do negócio, para promover a sinergia entre os recursos disponíveis — humanos, materiais, tecnológicos e financeiros.

Isto provoca a atualização, racionalização ou disrupção dos processos produtivos, operacionais e gerenciais da organização, tornando mais atrativas e eficazes as entregas proporcionadas aos clientes e melhora os resultados obtidos.

Mostre para a empresa a importância de inovar

Propicie aos seus colaboradores momentos para a prática do benchmarking e estudos de caso. Existem casos muito inspiradores de gestão da inovação como:


  1. O caso da Toyota que dá autonomia aos funcionários de todos os níveis para exercerem a sua criatividade no desenvolvimento de soluções inovadoras;
  2. A triste história da Kodak, que patenteou a máquina fotográfica digital antes de todos os concorrentes e nunca a lançou no mercado, tendo sido derrotada pelo comodismo e a falta de apetite de risco.


É isso mesmo, ter acesso a casos de sucesso e de fracasso serve para tirar insights e lições fabulosas sobre a importância da inovação.

Descubra e implemente novas ideias

A mola propulsora da inovação é a ideia criativa, mas ela não surge em um ambiente inóspito. Ideias criativas precisam de terreno fértil para florescer.

Os colaboradores precisam ver as suas ideias saindo do papel para o mundo real — sendo implementadas. Nada de colocá-las na gaveta. Se uma ideia não for boa, ajude a melhorá-la ou prove a sua inviabilidade. Assim, não haverá frustração e nem descrédito quanto à gestão da inovação.

Estruture o processo de inovação

A gestão da inovação será responsável por sistematizar o processo de criação, seleção, análise e viabilização técnica e tecnológica de ideias que tragam solução para problemas e expectativas da empresa e de seus clientes.

Neste contexto, é fundamental que haja ferramentas tecnológicas de gestão de projetos, pois a inovação é uma ferramenta importante que precisa ser gerenciado em nível físico, financeiro, técnico, temporal, humano, intelectual e mercadológico, dentre outros aspectos específicos do tipo de inovação pretendido.

A ferramenta de gestão de projetos permite medir de forma dinâmica os esforços e mudanças alcançados, permitindo gerar relatórios, indicadores e gráficos analíticos.

Desenvolva projetos paralelos

No campo da inovação, desenvolver parcerias é fundamental. Com elas, é possível desenvolver projetos paralelos de inovação tendo como parceiros fornecedores, clientes e instituições de pesquisa e desenvolvimento.

Cada um desses agentes de inovação tem uma perspectiva de visão diferente da vigente no ambiente interno da organização, o que amplia as possibilidades de inovar mais rápido, compartilhando os riscos e os retornos financeiros.

Entenda o ambiente legal

Inovar tem diversos aspectos legais que precisam ser considerados, tais como: mecanismos de acesso a crédito e financiamento, proteção e comercialização de propriedade intelectual ou industrial — registro de marcas e patentes. E o principal, os seus benefícios devem ser bem aproveitados.

Saiba vender as suas ideias

As ideias inovadoras terão que ser vendidas em diversos momentos: para as equipes de inovação, produção ou serviços, a diretoria, os investidores e, por fim, para o mercado.

É preciso saber falar a linguagem de cada um desses públicos e argumentar de forma assertiva para efetivar a venda.

Viabilize novas formas de monetização

A luz no final do túnel da inovação é o lucro que será gerado, por isso, desde o início de cada projeto as formas de monetização têm que ser vislumbradas e planejadas, para que haja um bom retorno sobre o investimento.

Saiba que o retorno sobre o investimento em inovação pode não ser muito óbvio, ele pode vir na forma de melhoria da imagem da empresa, na ampliação da base de clientes ou refletir em um melhor posicionamento no mercado, que vai se converter em ganhos monetários ao longo do tempo, não necessariamente no momento do lançamento da inovação.

A gestão da inovação contribui significativamente para alavancar os resultados e o crescimento de uma organização. Para que realmente funcione, é preciso haver uma estrutura profissional de comando do processo de inovação, que envolva todos os colaboradores e gere valor para o público interno e externo da empresa.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Afinal, o que é Coaching?


Apesar de o termo existir desde o século 18, acredita-se que o processo de coaching, como o conhecemos hoje, começou realmente nos anos 50, quando a palavra foi usada pela primeira vez para designar um método de gerenciamento de pessoas. Porém, somente em 1960, na cidade de Nova York, a expressão foi utilizada dentro de um programa educacional para caracterizar habilidades de coordenação de conflitos profissionais e pessoais nos negócios. O coaching ganhou mais força a partir da década de 80 no âmbito executivo, passando a designar programas de liderança voltados ao desenvolvimento no ambiente de trabalho e na vida pessoal.

A palavra coaching significa “treinamento”, vocábulo que define bem o trabalho realizado neste processo. Coaching é uma prática que visa elevar a performance de um indivíduo ou empresa, utilizando técnicas que aceleram as conquistas e os resultados positivos.

O que faz um coach?

Ele é um verdadeiro escavador de aptidões e talentos. Sabe explorar qualidades, convencendo seu time a manter o foco no que realmente é importante. Tem a sensibilidade de atribuir forças aos mais importantes predicados de cada colaborador, respeitando suas características e individualidades.

Os fundamentos do coaching

Alguns modelos teóricos ganharam destaque e influência dentro da história do coaching, desde seu início até agora. Conheça melhor alguns deles:

Coaching Comportamental – É o coaching voltado para o gerenciamento humano. O modelo utiliza como base a afirmação de que todo comportamento gera consequências positivas ou negativas para o indivíduo e para as pessoas ao seu redor.

Coaching Apreciativo – Este modelo se baseia no conceito de Investigação Apreciativa, criado nos anos 80. Sua premissa é desenvolver os pontos fortes do coachee e estabelecer uma rotina focada em pontos positivos de sua vida profissional e pessoal.

Coaching Reflexivo – O coaching reflexivo busca ampliar a interpretação da realidade de cada indivíduo, abrindo para ele um novo leque de reações, atitudes e soluções. É um modelo de gerenciamento que estimula a mudança e a capacidade de reflexão.

Coaching Cognitivo – Trata-se de um processo voltado para a maneira como pensamos. A ideia é que, ao compreender melhor sua forma de processar o conhecimento, o coachee é capaz de fazer melhorias significativas em sua rotina.

Coaching Observacional – Esse é um modelo caracterizado pela rapidez e agilidade, no qual o coach analisa o comportamento do cliente, questiona e dá respostas a respeito dos problemas encontrados.

Psicologia positiva aplicada ao coaching – A psicologia positiva aplicada ao coaching estimula os pontos fortes do coachee para criar um melhor ambiente emocional e de sucesso.

Evidence based coaching – É o modelo baseado exclusivamente em evidências e resultados comprovados cientificamente.
A importância do conhecimento



O coaching está entre as profissões que mais crescem atualmente no mundo, o que reflete a necessidade existente no mercado de métodos de gerenciamento baseados em treinamento e eficiência.

PRINCÍPIOS DO COACHING

1) CONFIDENCIALIDADE E ÉTICA
Coaching é uma relação mútua de confança, comprometimento e parceria. Os conteúdos abordados na sessão pertecem exclusivamente ao cliente. Manter o sigilo e a confdencialidade é um princípio absoluto para que você tenha muito sucesso como Coach. Toda informação obtida em processos de coaching são de posse do cliente e que para ser utilizada se faz indispensável o consentimento do mesmo.

2) AÇÃO (TAREFAS)
O conhecimento nos inspira a mudar, a prática nos leva a transformar. Coaching só é coaching se houver ações específcas em constante no sentido de alcançar os objetivos determinados pelo cliente. Entrar em ação signifca ir além.

3) FOCO NO FUTURO (ESTADO DESEJADO)
Coaching é uma abordagem orientada ao futuro, a conquista de objetivos que promovam mudanças positivas e duradouras na vida dos clientes, esse é seu grande diferencial foco no estado desejado, onde o cliente e está e o que é necessário fazer e acontecer para ele chegar onde quer.

4) AUSÊNCIA DE JULGAMENTO
Como coach você vai compreender e respeitar o modelo de mundo do seu cliente, a ausência de julgamento é fundamental para promover mudanças satisfatórias na vida dos clientes da forma e maneira que eles querem e não da maneira como o coach considera ideal. Independentemente do que acontecer num atendimento de coaching, a regra sempre será SUSPENDA TODO TIPO DE JULGAMENTO, esta ação vai acelerar seu processo como um excelente profssional de coaching.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

A cultura do medo e da culpa


Este vídeo de 16 segundos representa bem com isto está entranhado dentro das organizações. Quem pouco faz, escapa. Quem faz e erra, não escapa!

Espero que a conselheira do Roberto Justos tenha apenas se equivocado com as palavras.

E você, qual a sua opinião sobre o tema?

6 sinais que você será bem sucedido


terça-feira, 9 de abril de 2019

A Formiga Trabalhadora



Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz. O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial. A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.

A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!!

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?

A formiga, claro !!! Porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

Conclusão Moral: 
É sempre importante estar preparado para a mudança. Ficarmos aborrecidos e desmotivados são fatores negativos que pesam na nossa vida profissional, porém o Líder precisa estar mais perto de seus liderados, conversar com eles, entendê-los, orientá-los, ouvi-los e inspirá-los para que se sintam motivados a participarem da equipe e buscarem o melhor para a organização. Só assim será possível construir um ambiente onde alto desempenho e resultados são valorizados, e onde o ser humano é prioridade.

sábado, 6 de abril de 2019

Apresentação


Bem-vindo ao Papo com Gestor

Aqui você encontrará artigos relacionados a temas como empreendedorismo, mercado e vendas, gestão de pessoas, planejamento, inovação, organização, finanças, cooperação e leis. Tudo organizado e abalizado por especialistas e profissionais atuantes no mercado.

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Mais do que somos, no que acreditamos:

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  • Acreditamos na Parceria
O interesse comum de melhoria dos processos gerenciais e operacionais dos negócios é um forte e duradouro elo que estabelecemos desde o início de nossos relacionamentos.
  • Acreditamos no Conhecimento
Estamos na era do conhecimento, das pessoas, do indivíduo. Entendemos que só é possível extrair os melhores resultados com os melhores métodos, com os melhores recursos, com os melhores profissionais.


Por isso invisto constantemente em capacitação, reciclagem e certificação em novos cursos.

Vamos fazer desse um grande canal de comunicação e troca de idéias entre os melhores profissionais da área. 

E se bater a meta for o problema?

📌 1981. Japão. Toyota. A organização enfrentava um dilema recorrente em qualquer empresa orientada a resultados: - Algumas equipes superava...